A História assume-se como uma área do conhecimento que prepara os jovens para a capacidade de formar pontos de vista fundamentados, partindo de uma perspetiva crítica, que atende ao espaço, ao tempo e ao contexto, à inferência, à interpretação, à multiperspetiva. Amaral & Barca, 2009
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terça-feira, 27 de outubro de 2020
O Império Português no Oriente
Depois da chegada de Vasco da Gama à Índia, os portugueses fixaram-se no território com o objetivo de dominar o rico comércio dos produtos orientais, até enão monopólio dos muçulmanos.
domingo, 24 de maio de 2020
A Revolução Liberal Portuguesa
Foi a 24 de agosto de 1820 que teve lugar no Porto a revolução liberal em Portugal. A Corte encontrava-se desde 1808 no Rio de Janeiro e o país sentia-se órfão e empobrecido. O Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves significava desde 1815 a existência jurídica e política de dois reinos. No entanto, a cabeça dessa unidade encontrava-se no Brasil. Pela primeira vez uma potência europeia adotou como capital uma importante cidade situada numa colónia, o que abriria caminho à independência jurídica do Brasil. O que desencadeou a revolução de 1820 foi a presença britânica em Portugal e o facto desta reduzir o Reino a uma natureza subalterna. A inspiração veio da Constituição espanhola de Cádis de 1812 e utilizou-se a bandeira liberal para reivindicar um modelo de organização política baseado na separação de poderes e na defesa dos direitos e garantias individuais. A revolução juntava-se às revoluções britânica de 1688, à americana de 1776 e à francesa de 1789.
A Revolução Francesa
A Revolução Francesa, inspirada nos ideais iluministas do séc. XVII, foi um marco importante na História do Homem porque:
a) enfatiza a importância dos direitos e liberdades individuais com a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão;
b) abre caminho para o republicanismo e para a construção de uma sociedade mais democrática;
c) inicia a Ép+oca Contemporânea.
quinta-feira, 21 de maio de 2020
O Nascimento dos EUA
A Revolução Americana foi a revolta das colónias inglesas na América do Norte ocorrida entre 1775-1783 e que resultou na constituição dos Estados Unidos da América. A independência e o novo modelo de organização política dos EUA tiveram grande impacto na Europa e na América Central e do Sul.
Com esta revolução nasceu um novo modelo de sociedade e inaugurou-se um período de revoluções no Ocidente – as Revoluções Liberais.
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Os Impérios peninsulares
No séc. XV Portugal beneficiou de condições especiais que o tornaram pioneiro na expansão ultramarina. Começaram por explorar a costa africana e os arquipélagos atlânticos e, mais tarde, acabaram por descobrir o caminho marítimo para a Índia e dominar o comércio dos produtos orientais.
Em 1500 chegaram ao Brasil, abrindo caminho para um continente que, no séc. XVI, seria a fonte de ouro e prata espanhola.
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
A descoberta e colonização dos arquipélagos atlânticos
O fracasso da conquista de Ceuta implicou uma mudança de rumo da expansão. A coroa ponderou prosseguir com as conquistas no Norte de África a fim de quebrar o isolamento de Ceuta, as quais viriam a ocorrer apenas no reinado de D. Afonso V.
Para saber mais.
Para saber mais.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Os portugueses e o pioneirismo na expansão ultramarina
Em
que consistiu a abertura europeia ao mundo?
Que meios técnicos a tornaram possível? Este material pode ajudá-los a encontrar as respostas.
Para saberes mais sobre a importância da passagem do Cabo Bojador, que tal dares uma espreitadela aqui?
Da crise de sucessão à Restauração
A RTP Ensina tem um conjunto de pequenos filmes que vos podem ajudar a compreender os temas que abordamos na sala de aula. Sigam esta ligação e fiquem a saber mais sobre a crise de sucessão e a Restauração da Independência nacional.
Da crise do Império Português no Oriente à União Ibérica
Foram vários os motivos que conduziram à crise do Império Português: desde os naufrágios, à concorrência internacional, à reanimação das rotas do Levante e ataques de corsários, à falta de recursos financeiros e militares e à corrupção na administração dos territórios imperiais.
Mas, se o Império Português decaía, o Império Espanhol desenvolveu-se, tendo atingido o seu apogeu na segunda metade do século XVI. Quando, em 1578, o jovem rei português D. Sebastião, desapareceu na Batalha de Alcácer-Quibir, no Norte de África, deixou Portugal numa grave crise política que levaria à perda da independência e à União Ibérica.
O fim do império português e a união ibérica from Susana Simões
Para ficarem a conhecer os dilemas que o cardeal D, Henrique teve de enfrentar, vejam este pequeno vídeo.
Para ficarem a conhecer os dilemas que o cardeal D, Henrique teve de enfrentar, vejam este pequeno vídeo.
O comércio à escala mundial
A expansão ultramarina permitiu conhecer um novo mundo e estabeleceu rotas que uniam as diferentes regiões entre si. O comercio assumiu dimensões mundiais.
O comercio à escala mundial from Susana Simões
Para saberem um pouco mais sobre a rota das especiarias podem espreitar aqui.
Para saberem um pouco mais sobre a rota das especiarias podem espreitar aqui.
terça-feira, 14 de julho de 2015
14 de julho de 1789 - a Tomada da Bastilha em França
A Tomada da Bastilha é de um grande simbolismo, com a maior parte dos historiadores a atribuírem a este episódio o início da Revolução Francesa, embora ela tivesse sido iniciada, em termos políticos e ideológicos, dois anos antes. A Tomada da Bastilha representa a passagem de um poder a outro, do poder aristocrático e da corte ao do povo e da burguesia. Contra a coroa ergue-se doravante o povo e os seus representantes, para quem o poder está nas assembleias. A revolta da burguesia, a que se junta a oposição camponesa, leva ao desmoronamento do antigo regime. A partir da Tomada da Bastilha nada ficará como antes.
Anónimo - Prise de la Bastille
http://www.infopedia.pt/$tomada-da-bastilha
segunda-feira, 22 de junho de 2015
O Padrão do Chão Salgado
Os Távoras eram uma antiga família portuguesa que remonta à época medieval. A sua ascendência é atribuída a Ramiro II, rei de Leão, bisavô de Rosendo Hermiges, senhor da beetria de Távora. O título de marquês de Távora foi criado em 1669 e foi atribuído a Luís Álvares de Távora. Com este título distinguiu-se ainda, entre outros, D. Francisco de Assis de Távora, a quem D. João V nomeou vice-rei da Índia. D. Francisco regressou a Portugal em 1754, mas a sua presença não agradou ao marquês de Pombal, que era hostil à alta nobreza. Num episódio que ficou famoso pela sua crueldade, Pombal viria a mandar executar D. Francisco, a esposa e os dois filhos a 13 de janeiro de 1759, acusados de atentar contra a vida do rei D. José. Confiscou-lhes ainda os bens e fez extinguir o título nobiliárquico dos Távoras.É neste contexto que é erguido o Padrão do Chão Salgado em Belém, cuja história é contada aqui.
As imagens foram retiradas da Internet e o texto redigido com base nas informações retiradas do artigo com a seguinte referência bibliográfica:
in Língua Portuguesa com Acordo Ortográfico [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2015. [consult. 2015-06-22 10:55:49]. Disponível na Internet:&http://www.infopedia.pt/$tavoras
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
1 de dezembro de 1640 - Restauração da Independência de Portugal
O golpe palaciano de 1 de dezembro de 1640 foi o resultado de uma conspiração de nobres e letrados que se vinha preparando havia muito tempo. O movimento libertador do domínio espanhol acabou por realizar-se um pouco precipitadamente por imposição das circunstâncias, visto que o duque de Bragança tinha sido chamado a Madrid e com a sua partida ficaria a faltar um chefe capaz de assumir as responsabilidades do golpe.
As reuniões de fidalgos realizavam-se já no palácio de D. Antão de Almada, ao Rossio, assistindo a elas o Dr. João Pinto Ribeiro, um dos cérebros da revolta, que tratava dos negócios do duque de Bragança em Lisboa, mantendo a ligação entre este e os conspiradores. Assim, na manhã de 1 de dezembro, inúmeros fidalgos introduziram-se no Paço Real, ocultando as armas sob as roupas, e, por volta das nove horas, a um sinal de D. Miguel de Almeida, assaltaram subitamente o palácio, derrubando tudo quanto se lhes tentou opor. Rebuscaram a sala do secretário Miguel de Vasconcelos e, encontrando-o escondido num grande armário de madeira, assassinaram-no sem qualquer troca de palavras. Tendo atirado o corpo pela janela para a praça, lançaram depois sobre ele algumas peças de prata, salvas, castiçais, doces e queijos, para atrair a massa popular, que olhava de longe, desconfiada. Imediatamente, inúmeros mendigos se lançaram sobre ele e, estimulados pela gulodice, entraram no palácio, saqueando-o totalmente.
Entre o início do assalto e a proclamação do novo rei, D. João IV, que se encontrava no Palácio de Vila Viçosa, mediou apenas um quarto de hora, durante o qual se deu a queda de todo um regime e se restaurou a independência nacional.
O grupo de nobres e letrados que deu origem ao golpe sabia poder contar com a adesão popular. Todavia, não recorreram ao povo para a realização dos seus intentos. Assim, logo após o golpe, foi designado um governo provisório incumbido dos assuntos mais urgentes até que D. João IV chegasse a Lisboa. Para esse governo foram escolhidos os arcebispos de Lisboa e Braga, bem como o inquisidor-geral D. Francisco de Castro, que, tendo-se recusado a aceitar o cargo, foi substituído pelo visconde D. Lourenço de Lima.
De toda a parte, chegavam notícias de que a revolução tinha obtido um êxito completo e fulminante. No entanto, D. João IV teria ainda de enfrentar diversos problemas de maneira a confirmar o movimento restaurador: por um lado, obter o reconhecimento da independência de Portugal e, com ele, o da sua realeza; por outro, arranjar alianças suficientemente fortes para oferecerem uma garantia efetiva contra as arremetidas de Espanha, que se esperavam logo que este país conseguisse libertar-se das lutas que travava na Europa e da insurreição catalã. Apesar disso, a abundante literatura político-jurídica entretanto surgida encarregou-se de demonstrar a legitimidade da Restauração, a fim de obter o reconhecimento pelas outras potências e a fortalecer a nova autoridade em Portugal.
http://www.infopedia.pt/$primeiro-de-dezembro-de-1640
domingo, 19 de outubro de 2014
Luis XIV, Rei Sol
Luís XIV de Bourbon, conhecido como "Rei-Sol" (5
de setembro de 1638, Saint-Geramin-en-Laye, França - 1 de setembro de 1715,
Versalhes, França) foi o 64º monarca da França, tendo governado de 1643 até
1715. Símbolo do poder absoluto, a ele é atribuída a célebre frase:
"L'État c'est moi" (em francês, O Estado sou eu), dando a entender que
todo o poder residia somente em sua figura. Destaca-se por ser o monarca que
mais tempo reinou entre qualquer outro na Europa, ao todo 72 anos consecutivos.
O apelido de Rei Sol vem da escolha da imagem do Sol como seu emblema pessoal.
Filho de Luís XIII e Ana de Áustria, sucede ao pai em maio
de 1643, com apenas quatro anos e oito meses, embora só comece a reinar
efetivamente aos 24 anos. Durante sua infância, o país é governado pela mãe, a
regente, e pelo primeiro-ministro, o cardeal Mazarin. Tinha nove anos quando em
1648 começa a guerra civil conhecida como “La Fronde" (em francês, funda
ou atiradeira, referência à arma com que arruaceiros franceses quebravam as
vidraças das casas dos simpatizantes do cardeal Mazarin), que dura até 1653,
quando o cardeal domina o movimento e passa a construir um grande aparato
centralizado em torno do jovem príncipe.
Casa-se com Maria Teresa, filha do rei Felipe IV, da
Espanha, e no ano seguinte após a morte do cardeal Mazarin, assume o trono. Na
qualidade de rei absoluto, extinguiu o cargo de primeiro-ministro, mantendo
apenas um chanceler, quatro secretários e um administrador das finanças, todos
submetidos a seu controle. Foi responsável pela reforma do sistema tributário,
deu maior incentivo à indústria e ao comércio e criou uma poderosa frota
destinada ao comércio colonial. Deve-se ao Rei-Sol ainda a instituição de
academias de artes, ciências, pintura e escultura, mas o seu verdadeiro legado
é sem dúvida a construção do monumental Palácio de Versalhes, que permanece
como corte da monarquia francesa até a Revolução Francesa de 1789.
Caprichoso, era apreciador da etiqueta, das festas e
mantinha várias amantes. Dispensa às letras e às artes uma atenção enorme, ao
ponto de a sua época ser considerada a idade de ouro da cultura francesa.
Ao morrer em Versalhes, deixou o país numa má situação
económica. Colocou a França em quatro guerras entre 1667 e 1697, com o objetivo
de conseguir estender as fronteiras da França mais a leste. Foi também
responsável pela perseguição dos Huguenotes (protestantes franceses), sendo que
400.000 fugiram do país durante seu reinado.
http://www.infoescola.com/biografias/luis-xiv/
quarta-feira, 28 de maio de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
A Revolução Americana
A Revolução Americana constituiu o modelo de uma nova sociedade e inaugurou um período de revoluções no Ocidente – as Revoluções Liberais.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Como apresentar as referências bibliográficas
Ao longo do vosso trabalho devem registar os locais onde pesquisaram e de onde retiraram a informação que serviu de suporte ao vosso trabalho. No final do mesmo, e numa folha separada, devem apresentar a lista de fontes consultadas: a bibliografia e/ ou Netgrafia.
Aqui ficam algumas indicações que vos podem ajudar nessa tarefa.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
O Renascimento italiano
A expansão ultramarina foi acompanhada pelo nascimento e difusão de um movimento de renovação cultural designado por Renascimento. Este movimento fez nascer uma nova mentalidade que renovou a ciência, arte e a literatura.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
As viagens ao longo da costa africana: da fase henriquina a D. João II
Enquanto decorria a colonização dos arquipélagos atlânticos, o Infante D. Henrique prosseguiu com as viagens de exploração da costa ocidental africana, procurando alcançar o acesso direto ao ouro africano e acabar com o comércio intermediário dos muçulmanos. D. Afonso V optou pela política de conquista no Norte de África e será D. João II que retomará as viagens rumo ao sul do continente africano.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
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