Mostrar mensagens com a etiqueta Módulo 5. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Módulo 5. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 12 de maio de 2020

A arquitetura renascentista

Inspirados na arte clássica, os artistas dos sécs. XV e XVI pretendem quebrar com a tradição medieval à qual chamaram, depreciativamente, gótica (bárbara). O Classicismo é uma das principais características da arte renascentista, embora acompanhado por um conjunto de inovações técnicas que materializam o espírito humanista e a ideia de que o Homem é a medida de todas as coisas. Foram então definidas regras (cânones) que orientaram a pintura, a escultura e a arquitetura.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

A Pintura Renascentista

A arte do séc. XV e XVI foi marcada por uma nova estética e uma nova sensibilidade, surgidas em Itália. Os artistas do Renascimento recusaram a estética medieval, particularmente a gótica, pois consideravam que só a arte dos clássicos gregos e romanos é que era harmoniosa, proporcionada e bela, porque seguia regras racionais. O conteúdo e finalidade da arte renascentista era a beleza, entendida como representação objetiva da realidade, que só era possível com o conhecimento e cópia da Natureza. Foi o sentido de captação do real que animou os artistas do Renascimento, que procuravam representar o ser humano e a Natureza com emoção.

 


domingo, 7 de janeiro de 2018

Portugal: o projeto pombalino de inspiração iluminista

O reinado de D. José, através da ação de Marquês de Pombal, ficou marcado por uma reforma do estado e da sociedade baseada nos valores e ideias iluministas.

terça-feira, 21 de abril de 2015

O Romantismo

O Romantismo foi um movimento cultural que surgiu na Europa e nos Estados Unidos da América a partir da segunda metade do século XVIII. O seu nome deriva de "romance" (história de aventuras medievais), que tiveram uma grande divulgação no final de setecentos, respondendo ao crescente interesse pelo passado gótico e à nostalgia da Idade Média. Muito variada nas suas manifestações, esta corrente sustentava-se filosoficamente em três pilares: o individualismo, o subjetivismo e a intensidade.Contra a ordem e a rigidez intelectual clássica, os artistas românticos imprimiram maior importância à imaginação, à originalidade e à expressão individual, através das quais poderiam alcançar o sublime e o genial. Arquitetura O Romantismo, ligado à recuperação de formas artísticas medievais, acompanhada pelo gosto pelo exótico contido nas culturas orientais, favoreceu a revivência e a mistura de vários estilos, como o românico, o gótico, o bizantino, o chinês ou o árabe. Foi na Inglaterra que se verificaram as primeiras manifestações da arquitetura romântica. O inglês Horace Walpole tornou-se um dos pioneiros do revivalismo gótico com a construção do palacete Strawberry Hill, no terceiro quartel de setecentos. O neogótico teve como grande impulsionador o filósofo John Ruskin e manifestou-se em inúmeros edifícios ingleses, de entre os quais se destaca o Parlamento de Londres. O gosto oriental marcou formalmente o Pavilhão Real de Brighton, construído em ferro por John Nash.Mais tarde, e já no continente, surgiu o neobarroco, que teve grande sucesso em França com os trabalhos de Charles Garnier (1825-98), dos quais se destaca a Ópera de Paris.Paralelamente ao revivalismo estilístico, a arquitetura do século XIX apresentou um outro vasto campo de desenvolvimento, proporcionado pelos novos materiais de construção surgidos com a industrialização, como o ferro e o vidro. Embora a Inglaterra tenha sido pioneira na utilização do ferro para a construção de estruturas arquitetónicas, foi em França que esta tecnologia encontrou uma mais significativa expressão estética. Artes Plásticas e Decorativas Contrariamente à arquitetura, que conheceu o seu apogeu em Inglaterra, a pintura romântica encontrou um meio intelectual e criativo mais favorável no continente europeu, principalmente em Espanha, França e na Alemanha. Francisco Goya (1746-1828), pintor espanhol contemporâneo de David, foi grandemente influenciado por Mengs e por Tiepolo mas também por autores do período barroco como Velázquez e Rembrandt. As suas obras mais famosas, como o quadro Três de Maio de 1808, foram realizadas entre 1810 e 1815, os anos da ocupação francesa, e caracterizam-se pelo sentido trágico dos temas, pelo colorido agresssivo e uma luminosidade dramática. O francês Eugéne Delacroix (1798-1863), marcado pela cultura romântica inglesa, pinta grandes quadros épicos como a Liberdade Guiando o Povo (1830-1831) e cenas orientalizantes, como Os massacres de Scio, para os quais a viagem que realiza a Marrocos fornece informações preciosas. Na Alemanha, a pintura romântica atinge o seu apogeu com as representações visionárias e espiritualizadas da natureza, realizadas pelos alemães Caspar David Friedrich (1774-1840) e Philipp Otto Runge (1774-1840). Em Portugal, salientaram-se os pintores Tomás da Anunciação (1818-1879), o paisagista Cristino da Silva (1829-1877) e Francisco Augusto Metrass (1825-1861), estudante em Roma com o grupo dos Nazarenos e autor de quadros historicistas e naturalistas, de entre os quais se destaca a pintura "Só Deus". A escultura romântica, desenvolvida em paralelo com a escultura neoclássica, não conheceu qualidade estética nem projeção idênticas à da pintura da mesma época. Protagonizada pelo francês Antoine Louis Barye (1796-1875), que transporta para a estatuária o espírito romântico do pintor Delacroix, de quem era amigo, realiza peças baseadas no estudo naturalístico e fortemente expressivo de animais selvagens, como por exemplo, a escultura O Jaguar devorando uma lebre. No contexto português destacam-se os trabalhos de Soares dos Reis (1847-1889), como a estátua "Desterrado" e de Simões de Almeida (1844-1926), autor do grupo escultórico Génio da Liberdade, incluído no monumento do Marquês de Pombal em Lisboa. Desaparecendo durante a segunda metade do século XIX, o romantismo inspirou alguns movimentos artísticos da centúria seguinte, como o Simbolismo e o Expressionismo. Literatura O Romantismo entra na Literatura portuguesa com a publicação do poema D. Branca (1826) de Almeida Garrett. O ambiente político (lutas entre liberais e absolutistas), o exílio deste, o seu temperamento, a época em que viveu, transformam o árcade que durante muito tempo se afirmou em Catão, na Lírica de João Mínimo, no Retrato de Vénus, quanto ao seu conteúdo, e nos poemas Camões e D. Branca, na linguagem, no grande romântico das Folhas Caídas e no grande pioneiro de uma linguagem coloquial, moderna, de Viagens na Minha Terra. Será, contudo, Alexandre Herculano o grande intérprete do Romantismo com a poesia de cor histórica marcadamente atual da Harpa do Crente e com o romance histórico (O Bobo, O Monge de Cister) decorrente na Idade Média, que constituirá o zénite do movimento literário. Porque mais tradicionalista, a Inglaterra está na sua origem; depois, irrompe na Alemanha com a peça dramática Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto), um grito de revolta contra o imperialismo napoleónico e uma afirmação de nacionalismo e, como tal, o medievalismo, o regresso ao passado, o subjetivismo e, na sua sequência, o sentimentalismo. O subjetivismo dos filósofos alemães Kant, Fichte, Schelling e Schlegel conduz a um novo antropocentrismo. Por outro lado, o sentimentalismo afirma-se com o domínio do coração nos românticos sobre o da razão nos clássicos. Da Inglaterra vem-lhe o gosto de uma paisagem solitária, luarenta, saudosa, com as ruínas musgosas e evocadoras. As Estações de Thompson (1726-30) abrem caminho para a descrição da natureza saudosista, solitária, povoada de ruínas e cemitérios. O passado com a sua poesia, as suas tradições, serviu como reação ao Classicismo aristocrata. É este ambiente que propicia o clima em que floresce a poesia e o romance de Walter Scott e é nele que se realiza a obra poética do insaciável aventureiro, revolucionário e sentimental Byron. Os nomes de Wordsworth, Macpherson, Coleridge e Shelley são ainda de vulto no movimento romântico na Inglaterra. Do desencontro entre as formas espartilhadas do Classicismo e a ânsia de evasão dos românticos afirma-se o sentido da liberdade na Arte e, daí, o individualismo com Victor Hugo, o «escuta-te a ti próprio». O artista deixa de ser o imitador; pondo a sua imaginação a trabalhar, cria uma sub-realidade e transmite o seu sentir e pensar. De imitador passa a criador. Albert Thibaudet considera o Romantismo como «a grande revolução literária moderna». É, também, uma atitude reativa em favor da pequena burguesia que orienta o Contrato Social de Rousseau (1762) e, depois, Emílio (1762); e, em Julie ou La Nouvelle Héloise esboça-se o passionalismo romântico. Embora a França só a partir de 1830 se abrisse definitivamente ao Romantismo, não há dúvida de que Rousseau pode considerar-se o seu primeiro ensaio na escola. Depois temos Chateaubriand com Atala e o Génio do Cristianismo, Lamartine, Musset, Victor Hugo, que escreve o prefácio do drama Cromwell a proclamar a liberdade na arte, em guerra aberta com as normas do Classicismo. Na Alemanha, Herder, Goethe, Hegel, Schiller e Schlegel são os padrões mais sugestivos. Mas já os irmãos Grimm tinham explorado a cultura popular: Wieland, no seu Oberon, põe o maravilhoso popular no lugar da mitologia e Klopstock, em Messíada, também a rejeita. A liberdade na arte determina a criação de novas formas - o drama, o poema narrativo (Camões), o romance histórico; na poesia aparecem variadíssimas estruturas estróficas que acompanham o pensamento com maleabilidade; a linguagem, com mais poder de transmissão, enriquece com uma simbologia nova e com um vocabulário mais sugestivo e mais atual; afirma-se o gosto pelo exotismo. Ao equilíbrio do Classicismo opõe-se, agora, a ansiedade da descoberta metafísica, quer se perca no domínio horizontal das afeições humanas (Garrett), quer se dirija verticalmente na busca de Deus (Herculano, Soares de Passos, Antero de Quental). Ao Romantismo interessam os temas grandiosos. Mas, por vezes, essa ânsia de infinito debate-se dolorosamente, dramaticamente, com as suas limitações humanas, o que dá lugar ao desânimo. A mesma ânsia de liberdade artística projeta-se na busca ansiosa de um mundo melhor, um mundo onde os homens sintam o domínio da justiça e se encontrem como irmãos. Todas as circunstâncias que propiciaram a nova corrente arrastaram consigo um acentuado pendor para a insegurança, para a inquietação, para o desajustamento que os mergulha, ora num estado de melancolia, a qual, com Schopenhauer, conduz ao pessimismo niilista, ora num estado de revolta (Byron). Daí, portanto, um mundo literário cheio de paixões exaltadas, de traições, de malfeitores, de ambientes terríficos e mórbidos, ou um mundo de sonho, vivido na solidão, em contacto com uma natureza turbulenta, alvoroçada, sombria, ao pôr do sol, durante a noite, nas estações românticas (outono e inverno), povoada de receios, de fantasmas, de visões terríficas, em oposição à natureza resplendente dos clássicos, com ninfas e faunos. De fundo de cenário que era, no Classicismo, a natureza, nos românticos, participa, determina estados de alma. O "locus amoenus" cede lugar ao "locus horrendus".
 http://www.infopedia.pt/$romantismo



sábado, 18 de abril de 2015

O Estilo Barroco: Palácio de Queluz

Próximo de Lisboa situa-se um dos mais belos palácios setecentistas do País - o Palácio Nacional de Queluz. Apesar de estar ligado a diversas famílias nobres desde o século XVI, Queluz ganharia protagonismo a partir de 1654, com a sua inclusão na Casa do Infantado - instituição criada por D. João IV e que administrava o património dos filhos do rei e demais descendentes.Residência de verão dos príncipes da casa real portuguesa, o Palácio de Queluz foi também cenário de receções e cerimónias oficiais da Coroa. Com as Invasões Francesas e a partida da família real para o Brasil em 1807, Queluz entrou num periodo de lenta decadência. Restaurado em 1933, o Palácio foi convertido em museu, sendo ainda utilizado para algumas receções oficiais da Presidência da República.As grandes remodelações do Palácio, iniciativa do futuro D. Pedro III e que efetivaram a sua silhueta atual, foram realizadas entre 1747 e 1786. O seu arquiteto inicial foi Mateus Vicente de Oliveira, que esteve à frente do estaleiro até 1758, socorrendo-se do vocabulário formal do Barroco internacional. Realizou a Fachada de Cerimónia e adaptou várias alas do antigo palácio. Além disso, reformulou a capela. O entalhador Silvestre de Faria Lobo encarregou-se da talha dourada, enquanto André Gonçalves pintava o retábulo da capela.A segunda fase das obras foi chefiada pelo arquiteto e decorador francês Jean-Baptiste Robillon, responsável pelo denominado "Pavilhão Robillon", onde introduziu uma elegante colunata dórica, anunciadora da renovada gramática neoclássica. As grandes obras terminaram com a edificação da grande Sala do Trono, onde a decoração delicada de brancos e dourados rocaille tem a sua maior expressão. No entanto, o Palácio de Queluz apresenta, na globalidade do seu interior, uma profusa decoração de motivos rocaille, revelando-se um paradigma - dividido em grandes salões, aposentos de dormir e outras dependências - das artes decorativas da segunda metade do século XVIII. Artistas portugueses, franceses e italianos combinaram os materiais mais preciosos e compuseram algumas das maiores criações em talha dourada, mobiliário, ourivesaria ou escultura. Exteriormente, balaustradas, frontões e molduras contracurvadas sobre as janelas e portas animam a longa fachada posterior, que se expande para um jardim em vários terraços, onde se combinam a beleza geométrica das sebes de buxo, da policromia dos azulejos, e a proporcionalidade da pedra e do bronze das diversas estátuas alegóricas, composição realizada a partir de 1758, uma vez mais sob a direção de Robillon. Fechando-se sobre os seus viçosos jardins, os vastos e brilhantes aposentos abrem-se à intimidade da natureza humanizada, ao mesmo tempo que são cenário para as mundanas e luxuosas festas de corte. O ambiente galante deste palácio é adensado pela riqueza dos seus mármores italianos e pelas exóticas madeiras brasileiras, combinadas com a delicadeza das pinturas e a refulgência dourada das talhas, conferindo uma extraordinária beleza a este festivo palácio de verão da Coroa portuguesa. 

http://www.infopedia.pt/$palacio-de-queluz





 
O Estilo Barroco: o Palácio Nacional de Queluz from Susana Simões


Para saber mis sobre o Palácio de Queluz, podem consultar esta página.

O estilo Barroco: Palácio-Convento de Mafra

Obra central do reinado de D. João V, o Palácio-Convento de Mafra é um projeto colossal do Barroco português setecentista. Os seus números são impressionantes, como o testemunha a sua imensa área de aproximadamente 40 000 m2, a sua fachada nobre com 232 metros, os seus 29 pátios e 880 salas e quartos, as suas 4500 portas e janelas ou ainda as 217 toneladas que pesam os 110 sinos do seu famoso carrilhão. A fundação deste mosteiro de frades arrábidos deveu-se a uma promessa feita por D. João V, caso a rainha fosse bem sucedida na conceção de um filho que tardava. Este promessa cumpriu-se em 1711, ano em que nasceu a princesa Maria Bárbara, a primogénita da descendência do Magnânimo. O projeto inicial estava dimensionado para acolher treze frades arrábidos, mas no final da construção albergou mais de 300. Com efeito, o número de frades e a dimensão do empreendimento sofreram um grande incremento. No entanto, o projeto de Mafra só se iniciou a 17 de novembro de 1717, realizando-se a sua sagração em 1730. As obras prosseguiram até 1737, altura em que o convento mafrense se encontrava praticamente concluído. Acrescentos posteriores vieram enriquecê-lo com obras de arte e a criação de outras dependências, como foi o caso da notável biblioteca conventual. Os planos de Mafra são entregues a João Frederico Ludovice, arquiteto-ourives alemão e que se formou no atelier romano de Carlo Fontana.Mafra ordena-se em torno de dois retângulos articulados: o principal integra-se na vila e compreende a igreja, o palácio, dois claustros, o refeitório e outras dependências. O secundário está virado para a Tapada e articula as celas conventuais, as oficinas e a Casa da Livraria. A frontaria é marcada pela dicotomia entre palácio e igreja, convergindo as duas alas na axial Sala das Bênçãos. A igreja ergue-se no centro da fachada, delimitada por duas altas e esbeltas torres sineiras de cobertura bolbosa e linhas sinuosas. O seu acesso é feito por imponente escadaria e por diversas rampas. A fachada do templo dispõe-se em dois majestosos andares, coroados por poderoso frontão triangular. O andar térreo afirma uma galilé de três portais, enquanto o piso superior é marcado por diversas janelas de frontão curvo e triangular. Estas aberturas são ladeadas por estátuas inseridas em nichos, ritmadas por altas colunas jónicas em mármore branco. A estatuária da entrada foi realizada por artistas italianos setecentistas, dos quais se podem destacar Monaldi, Baratta e Battista Maini. Para cada um dos lados da igreja estendem-se os corpos retangulares e tripartidos do palácio, terminando nos ângulos por dois torreões de cobertura bolbosa, inspirados na antiga Casa da Índia do Terreiro do Paço lisboeta, destruída no terramoto de 1755.O interior da igreja é grandioso e equilibrado, dividido em três naves e seis capelas laterais comunicantes, com transepto bem saliente. Harmoniosamente decorada, nela se pode observar um jogo colorido de mármores italianos e portugueses, em articulação com a pedra do monumento. As pinturas dos altares deterioraram-se em meados do século XVIII, sendo substituídas por composições marmóreas relevadas, obra de escultores italianos dirigidos por Alessandro Giusti. Este escultor romano introduziu a gramática decorativa rocaille e deixou uma operosa escola de discípulos portugueses, entre os quais se destacam os escultores Joaquim Machado de Castro e José de Almeida.A igreja é bem iluminada, sendo magistral a cúpula que se ergue no cruzeiro do transepto. Elevado pelo alto tambor, o zimbório forma uma cúpula perfeita rasgada por amplas janelas. Também a capela-mor e as colaterais são profusamente iluminadas, realçando o encanto dos seus mármores policromos. De grandes dimensões, o altar-mor apresenta uma enorme tela pintada, encimada por um Cristo crucificado. No topo da entrada situa-se a galeria real, local onde a família real assistia ao ofício divino e onde se situam as três janelas da Sala da Bênção. O cenóbio possui diversas dependências que integram o museu do Palácio Nacional de Mafra, enquanto outras foram reconvertidas para acolherem a Escola Prática de Infantaria. Nestas áreas destacam-se algumas dependências pela sua qualidade artística. Na ala sul, a Casa do Capítulo, verdadeira joia da arquitetura barroca, é uma sala elíptica, de cantaria branca, azul e vermelha, e teto apainelado. Curiosa e surpreendente é toda a área conventual, memória da vivência monástica da comunidade dos ascetas frades arrábidos. Entre as inúmeras dependências, o realce vai para a Casa da Livraria, obra de excecional qualidade executada por Manuel Caetano de Sousa entre 1771 e 1794. Equilíbrio, monumentalidade e clareza são alguns dos atributos desta imensa biblioteca rocaille, reunindo nos seus dois andares de estantes alguns dos mais notáveis livros impressos - fundo bibliográfico que conta com cerca de 40 000 exemplares

http://www.infopedia.pt/$palacio-convento-de-mafra





                .
                                     Palácio/ Convento de Mafra from Susana Simões


Para saber mais sobre o Palácio-Convento de Mafra podem consultar a sua página oficial aqui.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A Revolução Francesa: Da República Democrática ao Império de Napoleão.

O processo revolucionário francês decorreu em três etapas políticas: a monarquia constitucional (1791-92); a república democrática (1792-94) dominada pela Convenção Nacional e pela vitória dos Sans-culottes o que viria dar origem a um período de radicalismo extremista - o Terror; a república conservadora com o Diretório (1795-99) e o Consulado (1800-1804) de Napoleão Bonaparte e com o regresso da burguesia ao poder.


 

A Revolução Francesa: dos Estados Gerais à Monarquia Constitucional

A situação de França nos finais do séc. XVIII, o exemplo da Revolução Americana e a propagação dos ideias iluministas,  contribuíram para o arranque da revolução em França, a primeira revolução liberal no espaço europeu que se iniciou em 1789 com a reunião dos Estados Gerais.



 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

A Revolução Americana

A Revolução Americana, ocorrida depois da Guerra dos Sete Anos, é o culminar de um conflito que opôs a Inglaterra às 13 colónias da América do Norte: a Declaração de Independência e a Constituição Americana são documentos inspirados nos ideais iluministas do séc. XVIII.